Nomadismo digital na área de TI: é hora de cair na estrada  

Quem é da área de área de TI consegue adotar a vida na estrada com mais tranquilidade. Saiba mais!

Nomadismo digital na área de TI

Ser um desenvolvedor mobile enquanto viaja pelo mundo. Já pensou que maravilha? Mas saiba que se você é da área de TI, tornar esse sonho real é ainda mais fácil através do nomadismo digital.

Este estilo de vida nômade cresceu muito nos últimos anos e quem permitiu foi a tecnologia. Isso porque os nômades digitais se apropriam de avanços tecnológicos como internet de qualidade, smartphones, tablets e notebooks para viajar o mundo enquanto trabalham.

Depois da pandemia, que obrigou as empresas a instituírem o trabalho remoto, adotar o nomadismo digital ficou mais fácil. 

Porém, é preciso planejamento financeiro e coragem para se jogar no mundo. Algumas profissões permitem trabalhar de qualquer lugar, tornando tudo mais fácil. Se este é o seu caso, por que não aproveitar? 

Neste artigo, vamos falar um pouco sobre a área de TI e como ela é uma das mais benéficas para quem quer virar nômade digital. 

Nomadismo digital na área de TI 

Os nômades digitais são pessoas que aproveitam os recursos tecnológicos enquanto trabalham e viajam pelo mundo ao mesmo tempo. Não é difícil se deparar com alguns deles por aí, enquanto você vai em um café ou coworking, sempre pode ter um nômade digital trabalhando. 

Embora algumas profissões como jornalistas, redatores, fotógrafos e influenciadores possam organizar suas atividades para caírem na estrada, quem é da área de tecnologia desfruta ainda mais das vantagens.

Isso porque, com o mercado aquecido, alguns desenvolvedores e programadores ganham 7, 10, 18 mil reais, tornando a vida de nômade digital bastante confortável. 

Quanto é preciso para ser um nômade digital?

Não que o salário precise ser muito alto para você aderir ao nomadismo digital, porém, há que se concordar que programadores, desenvolvedores de aplicativos, analistas de dados, entre outros profissionais de tecnologia, acabam se dando melhor ao aderir a vida na estrada. 

Se você for colocar no lápis o custo para manter uma casa, carro entre outros gastos da vida cotidiana, os custos acabam sendo bem maiores do que a vida nômade.

Porém, é importante salientar que o estilo da viagem depende de cada um. Há nômades digitais que se hospedam em hostel, por exemplo, e viajam de ônibus, tornando a viagem ainda mais barata.

É fato que os programadores são muito bem remunerados e ainda contam com a facilidade do trabalho remoto, podendo aderir ao estilo de vida com um pouco mais de conforto. 

Quem tem um perfil mais modesto consegue se manter na estrada e trabalhar ao mesmo tempo com no mínimo 3 mil reais. Alguns aderiram ao nomadismo digital faturando até menos do que isso. 

Contudo, se você planeja virar nômade, deve considerar os perrengues que costumam ocorrer pelo caminho, sendo assim, quanto maior for a sua reserva financeira, mais agradável e tranquila será sua vida na estrada. 

Nômades digitais da área de tecnologia 

Se você é da área de tecnologia e planeja aderir ao nomadismo digital, veja a seguir alguns profissionais que hoje trabalham e viajam pelo mundo:

Casal Partiu

O Casal Partiu é formado pela fotógrafa Patrícia Figueira e o Vinícius Teles, formado em computação e atua na área de desenvolvimento de software. Eles são conhecidos como o primeiro casal nômade digital do Brasil, já passaram por mais de 70 países e hoje ensinam o estilo de vida para quem quer virar nômade digital também. 

Casal Nômade

Jair e a Nayara são o Casal Nômade. Ele é formado em Análise de Sistema e ela em  Nutrição. Antes de aderir ao nomadismo, Jair era concursado e tinha um cargo seguro com salário excelente e Naiara atendia em um consultório em um dos melhores shoppings de Manaus.

Largaram tudo para abrir a própria empresa na área de marketing digital e hoje viajam pelo mundo com o filho, com o pequeno Mateus. 

Will, The Traveler

O Will é programador e viaja pelo mundo, além de manter o canal Will, The Traveler, no YouTube.

Neste vídeo, ele dá dicas para quem quer programar e virar nômade digital: 

Fred Maia

Desenvolvedor de software desde 2008, Fred Maia é nômade digital e trabalha remotamente como programador.

Além de ter a oportunidade de trabalhar e conhecer lugares diferentes, ele conseguiu aprimorar o seu inglês depois de ter adotado o nomadismo digital. Ele ainda mantém um blog onde dá dicas para programadores.

Aproveite para acompanhar outros nômades digitais nas redes sociais para se inspirar e ver o quanto essa vida é incrível e totalmente viável se você conseguir planejar para evitar futuros imprevistos. 

Salário de programador: saiba como negociar 

E aí, se animou para cair na estrada? Que tal negociar antes o seu salário de programador para iniciar a sua vida nômade com o pé direito? 


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